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Quando eu for... grande

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Livro recomendado para o 1º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.Uma criança pode dizer, com razão, quando for grande vou comer pastilhas elásticas. É a humana natureza da criança: quando for grande vou fazer isto e aquilo. Respondemos a muitas perguntas em crianças, formuladas por nós ou por outros. Os mais novos cedo compreendem que os grandes sonhos só lhes estão reservados para a vida adulta: um crescido - pensam eles - é aquele que tem vontade autónoma, faz o que quer e pode escolher a sua maneira de viver.Os próprios adultos estimulam a expressão desses sonhos, com a sua permanente curiosidade por saberem quais as ambições dos filhos quando forem maiores. Queres ser o quê? Mas, mais do que uma profissão, a vida infantil decorre com a permanente lista dos desejos para a vida adulta. Os desejos de uma criança reflectem os seus propósitos naquele momento, não os que terá quando for mais velha. Devíamos, cada um de nós, deixar registados os anseios que sentimos nos primeiros anos da existência, para podermos mais tarde lançar um olhar nostálgico sobre como éramos e nunca mais voltaremos a ser. Ah, e se pensarmos bem, os desejos exprimem, acima de tudo, a perplexidade da criança pelo estranho mundo adulto e os mistérios da natureza.

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Quando eu for... grande, Maria Inês Almeida, Sebastião Peixoto

Langue
Année de publication
2011,
État du livre
Bon
Prix
19,99 €

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Titre
Quando eu for... grande
Langue
Portugais
Éditeur
Planeta
Publié
2011
ISBN10
9896572518
ISBN13
9789896572518
Séries
Mots clés
Description
Livro recomendado para o 1º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.Uma criança pode dizer, com razão, quando for grande vou comer pastilhas elásticas. É a humana natureza da criança: quando for grande vou fazer isto e aquilo. Respondemos a muitas perguntas em crianças, formuladas por nós ou por outros. Os mais novos cedo compreendem que os grandes sonhos só lhes estão reservados para a vida adulta: um crescido - pensam eles - é aquele que tem vontade autónoma, faz o que quer e pode escolher a sua maneira de viver.Os próprios adultos estimulam a expressão desses sonhos, com a sua permanente curiosidade por saberem quais as ambições dos filhos quando forem maiores. Queres ser o quê? Mas, mais do que uma profissão, a vida infantil decorre com a permanente lista dos desejos para a vida adulta. Os desejos de uma criança reflectem os seus propósitos naquele momento, não os que terá quando for mais velha. Devíamos, cada um de nós, deixar registados os anseios que sentimos nos primeiros anos da existência, para podermos mais tarde lançar um olhar nostálgico sobre como éramos e nunca mais voltaremos a ser. Ah, e se pensarmos bem, os desejos exprimem, acima de tudo, a perplexidade da criança pelo estranho mundo adulto e os mistérios da natureza.