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Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as memórias de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal. Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) O Colecionador de Erva funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num road movie.
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O Colecionador de Erva, Francisco José Viegas
- Langue
- Année de publication
- 2013
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- Titre
- O Colecionador de Erva
- Langue
- Portugais
- Auteurs
- Francisco José Viegas
- Éditeur
- Porto Editora
- Publié
- 2013
- Format
- souple
- Pages
- 306
- ISBN10
- 9720042885
- ISBN13
- 9789720042880
- Séries
- Mots clés
- Description
- Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as memórias de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal. Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) O Colecionador de Erva funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num road movie.