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Já muito se disse sobre A Guerra das Salamandras (1936): livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária na estirpe de 1984 e Admirável Mundo Novo. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Jan van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos. Vítimas de bem-intencionadas Comissões para o Estudo da Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchadas nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta. A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel Čapek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.
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A Guerra das Salamandras, Karel Čapek
- Langue
- Année de publication
- 2018
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- Titre
- A Guerra das Salamandras
- Langue
- Portugais
- Auteurs
- Karel Čapek
- Éditeur
- Antigona
- Publié
- 2018
- Format
- souple
- Pages
- 312
- ISBN10
- 9726083249
- ISBN13
- 9789726083245
- Séries
- Mots clés
- Fiction, Littérature mondiale
- Titre original
- Válka s mloky
- Évaluation
- 4,2 sur 5
- Description
- Já muito se disse sobre A Guerra das Salamandras (1936): livro de culto, conto filosófico hilariante, distopia visionária na estirpe de 1984 e Admirável Mundo Novo. Esta «visão satírica de uma loucura abissal», segundo Thomas Mann, remonta ao momento em que, ao largo da ilha de Tana Masa, o capitão Jan van Toch descobre salamandras inteligentes, bichos afáveis e cordiais, longe de imaginar que elas mudariam o mundo. Em breve, estes «operários do mar» estão no centro de um lucrativo comércio mundial, tornam-se cobaias científicas e atracções em jardins zoológicos. Vítimas de bem-intencionadas Comissões para o Estudo da Questão Salamandrina e de arautos do comunismo global, são linchadas nos EUA e temas de sondagens em tablóides («As Salamandras Têm Alma?»). Toda a classe salamandrina porá então os olhos na humanidade e, seguindo o seu exemplo, reivindicará o planeta. A Guerra das Salamandras é não só a obra-prima de Karel Čapek, publicada em plena ascensão do nazismo, mas também a história de um tiro no pé desferido pela nossa própria espécie e de um desastre épico patrocinado alegremente pela ganância internacional e pela tolice humana.


